Três anos após desastre aéreo, parentes de Eduardo Campos disputam legado na política

(Eduardo Campos) – Foto/Divulgação

Três anos após a morte de Eduardo Campos, a família do ex-governador de Pernambuco está rachada. Hoje, ela se divide em três correntes políticas: uma do irmão, Antônio; outra do filho e da mulher, João e Renata; e uma terceira via, com a prima Marília. Eduardo morreu no dia 13 de agosto, quando o avião em que fazia campanha para presidente da República caiu em Santos, no litoral paulista; outras seis pessoas morreram. Na família, o cenário atual é de troca de críticas e de disputa por um poder que surgiu há décadas: a “dinastia” começou com o avô, Miguel Arraes (1916-2005), ex-prefeito de Recife e governador de Pernambuco por três vezes. De um lado está o advogado Antônio Campos, único irmão de Eduardo. Neste ano, ele saiu do PSB – partido do clã desde 1990 e que completa 70 anos neste mês e se filiou ao Podemos. Nas eleições de 2018, Antônio vai concorrer a deputado federal. Na disputa, ele enfrentará o próprio sobrinho, João Henrique Campos, um dos cinco filhos de Eduardo. O jovem é visto como o sucessor político de Eduardo Campos. Recém-formado em engenharia civil pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), ele tem 23 anos e assumiu, em fevereiro, o cargo de chefe de gabinete do atual governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB)

Fonte: http://www.mbnews.tv.br

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