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Coreia do Norte diz ser inevitável que país lance mísseis contra os EUA

O ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, disse neste sábado (23) ser “inevitável” que seu país lance mísseis na parte continental dos Estados Unidos depois que o presidente americano, Donald Trump, chamou o líder norte-coreano de “homem foguete”.

Em discurso na Assembleia Geral da ONU, Ri manteve a escalada retórica entre EUA e Coreia do Norte por causa do programa nuclear de Pyongyang. Trump havia chamado Kim Jong Un de “louco” na sexta-feira (22), um dia depois de Kim ter dito que o presidente americano “tem problemas mentais”.

No sábado, a troca de xingamentos continuou, com Ri dizendo que Trump é “uma pessoa com problemas mentais, cheia de megalomania e complacênciaque está tentando transformar as Nações Unidas em um “ninho de gângsteres“. Ri disse que Trump está em uma “missão suicida”, ecoando uma frase do presidente americano sobre Kim.

President Evil” está no assento dos Estados Unidos, disse, e afirmou que a Coreia do Norte está pronta para se defender caso os EUA conduzam “uma operação para minar nosso quartel general ou um ataque militar contra nosso país.”

O chanceler norte-coreano discursou algumas horas depois de bombardeiros norte-americanos terem sobrevoado espaço aéreo internacional a leste da Coreia do Norte, em mais uma demonstração de força;

Finalmente estamos a apenas alguns passos de completar a força nuclear do país“, disse o chanceler coreano. Ele afirmou que as sanções não tinham efeito sobre a resolução de Pyongyang de desenvolver armas nucleares, cujo objetivo é “atingir um equilíbrio de forças com os EUA“.

Trump havia anunciado na quinta-feira (21) novas sanções a Coreia do Norte, com o objetivo de punir empresas e bancos que fazem negócios com o regime de Kim.
A Coreia do Norte lançou dezenas de mísseis este ano, muitos sobrevoaram o Japão, e tem como objetivo desenvolver um míssil nuclear que atinja a parte continental dos EUA.

O maior teste nuclear de Pyongyang foi no dia 3 de setembro, e o regime ameaça testar uma bomba de hidrogênio no oceano Pacífico.

Blog: O Povo com a Notícia

Policiais prendem assaltantes de Bancos e Carros-Fortes e apreendem armamentos de vários calibres e droga em Cabrobó

Neste último sábado dia (23), após levantamentos realizados por Policiais Militares da 2ª CIPM localizaram um veículo modelo Corolla, posteriormente constatado ser produto de roubo, e que estava em frente à residência de Gilberto, ocasião em que Tiago tentou fugir do cerco policial, sendo alcançado e também preso. 

Os presos indicaram aos policiais, no Assentamento Jibóia, uma residência onde foram apreendidas armas de grosso calibre, dentre essas um fuzil equipado com luneta. Em ato contínuo, foi desencadeada diligência no Distrito do Ibó, no Estado da Bahia, onde o indivíduo conhecido pela alcunha de Neguinho de Aparecida resistiu à prisão efetuando disparos de arma de fogo contra os PMs, adentrando na caatinga, deixando para trás uma pistola de calibre restrito. No imóvel foi apreendido um veículo Honda Civic, também produto de roubo, além de cocaína em poder de Cícero. O primeiro imputado foi autuado na Delegacia de Polícia Civil em Paulo Afonso, no Sertão da Bahia, enquanto os demais na DP de Cabrobó. A quadrilha atuava na região, em ações criminosas contra veículos de transporte de numerários e agências bancárias.

Na ocorrência foram apreendidos os seguintes materiais: 01 Fuzil 7,62; 01 Espingarda de repetição cal. 12; 01 Revólver cal. 38; 01 Pistola cal. 9mm; 02 Coletes a prova de balas; 01 Veículo Corolla branco; 01 Veículo Honda Civic; várias munições de diversos calibres; 218 gramas de cocaína. Os elementos presos foram identificados como: Cícero Romão da Silva JúniorGilberto Garcia de SouzaTiago José da SilvaFrancisco Novaes Gonçalves.
Blog: O Povo com a Notícia

Rocinha tem novos tiroteios, 9 presos e 18 fuzis apreendidos

General que comanda ação diz que ‘limpeza’ da comunidade depende de moradores. Outros confrontos foram registrados à tarde em várias comunidades.

Polícia do Exército revista moradores na Rocinha no segundo dia de operação militar na comunidade (Foto: Henrique Coelho/G1)
Polícia do Exército revista moradores na Rocinha no segundo dia de operação militar na comunidade (Foto: Henrique Coelho/G1)

O segundo dia de operação das forças armadas na Rocinha, Zona Sul do Rio, e em outros locais da cidade para onde bandidos que estavam na comunidade tentarma fugir terminou com 9 presos, 18 fuzis apreendidos e três mortos, além de um adolescente vítima de bala perdida.

Tiros voltaram a ser ouvidos no início da tarde deste sábado (23) na Rocinha. Quase mil militares estão na comunidade desde sexta-feira (22) para conter uma guerra entre traficantes rivais. Há relatos de que os criminosos fugiram para as mata. Também houve confronto em várias regiões do Rio.

O novo tiroteio na Rocinha ocorreu enquanto autoridades de segurança concediam entrevista coletiva no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), para fazer um balanço das operações iniciadas devido à guerra de traficantes na Rocinha. Desde a madrugada, ações coordenadas efetuaram prisões e apreensões.

As operações para conter a fuga dos bandidos da Rocinha deixaram até agora 3 mortos e um adolescente ferido por bala perdida.

A polícia acredita que o traficante Rogério 157 voltou para a comunidade.

Balanço de prisões e apreensões:

  • 9 presos
  • 18 fuzis
  • 7 granadas

Os representantes da segurança afirmaram que as ações na favela serão realizadas por tempo indeterminado e pediram ajuda de moradores para achar os criminosos, que teriam fugido para a floresta.

“A comunidade é que detém essa oportunidade de contribuir para que esse trabalho se perpetue no tempo. Eles [os moradores] são as pessoas que podem nos ajudar a limpar por um longo tempo a comunidade”, declarou o general Mauro Sinott, comandante da 1ª Divisão de Exército.

Já o secretário de Segurança, Roberto Sá, disse que um pedido para revistar casas de moradores durante a ocupação militar na Rocinha está sendo elaborado pela polícia, mas ainda não foi entregue ao Poder Judiciário.

O general Mauro Sinott admitiu que na sexta-feira, durante as primeiras horas do cerco à Rocinha, houve certa restrição no acesso de moradores à comunidade. Alguns relataram ao G1 que estavam impedidos de circular em carros e motos.

“Estava havendo um controle. Isso trouxe algum transtorno e momentaneamente houve algum impedimento a esse acesso, mas já voltou à normalidade”, assegurou.

Boatos

O secretário falou também sobre boatos acerca da fuga e de um possível ferimento do traficante Rogério 157, que disputa o controle do tráfico de drogas na Rocinha com Antônio Bonfim Lopes, o Nem – preso na penitenciária federal de Porto Velho (RO). “São boatos, apenas boatos.”

“Há muitos boatos. Ao longa da madrugada não foi diferente. Ora notícia que saiu, ora que está tentando sair, mas a gente não descarta nenhuma hipótese e estamos atentos a elas”, disse o secretário.

O general Sinott avaliou que foi feito “um trabalho muito bom, com bom rendimento e com excelente integração”, e disse que depende da população a garantia de um trabalho eficaz e permanente no combate à criminalidade na Rocinha durante e, principalmente, após a atuação das forças militares na comunidade.

“A comunidade é que detém essa oportunidade de contribuir para que esse trabalho que estamos fazendo agora se perpetue ao longo do tempo”, enfatizou.

A contribuição principal dos moradores, segundo Sinott, é a denúncia às forças de segurança sobre a atuação de criminosos. “Eu não posso retirar o medo das pessoas [de denunciarem]“, ressaltou o general.

Sinott afirmou ainda que, por enquanto, será mantido o efetivo de 950 homens do Exército na operação. “Os resultados positivos desta madrugada indicam que nosso trabalho está sendo proveitoso e que, por isso, deve ser mantido”, afirmou. “Nós não temos um prazo para sair. Estamos tendo um bom rendimento das operações.”

Em relação à prisão do traficante Luís Alberto Santos de Moura, conhecido como Bob do Caju, na Ilha do Governador, e à apreensão de dez fuzis no Caju, em ações coordenadas, o delegado Maurício Mendonça, chefe da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) da Polícia Civil, afirmou que as ações foram precisas e que não houve confrontos em nenhuma delas.

Bob do Caju, que estava foragido desde o ano passado, foi preso por associação ao tráfico. Os fuzis apreendidos logo após a prisão do traficante estavam identificados com um adesivo que simboliza o grupo criminoso liderado por ele.

As investigações continuam, com o objetivo de saber se esse armamento seria empregado na Rocinha e se foi empregado no último domingo [na invasão criminosa à comunidade] pelo grupo liderado pelo preso“, destacou Mendonça.

O delegado Marcelo Martins, chefe do Departamento Geral de Polícia Especializada (DGPE), afirmou que há indícios suficientes para apontar participação “direta ou indireta” de Bob do Caju na invasão da Rocinha. Isso porque o grupo que ele comanda pertence à mesma facção criminosa do traficante Nem, de quem teria partido a ordem de invasão.

Segundo a polícia, Nem quer retomar o território que foi dominado por Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, dissidente de sua facção.

Cerco policial em túnel, prisões e armamento apreendido

A primeira ação dos militares nesta madrugada ocorreu por volta das 4h30. Quatro criminosos tentaram furar o cerco de Exército e foram presos.

Com eles, havia um fuzil AK-47 com numeração raspada, quatro carregadores, uma pistola Glock 9mm com dois carregadores, munição, dois radiotransmissores, documentos, cadernos de anotações e pequena quantidade de drogas e dinheiro em espécie.

Um quinto homem chegou a ser preso, mas depois a polícia informou que se tratava de um motorista que havia sido rendido pelos criminosos. Ele prestou depoimento e foi liberado.

Em outro caso, houve intenso tiroteio. O Túnel Zuzu Angel, que faz a ligação entre as zonas Sul e Oeste da cidade, foi interditado nos dois sentidos por cerca de uma hora. A via foi liberada às 5h36.

A Polícia Militar esclareceu que o Batalhão de Operações Especiais (Bope) fez um cerco na saída do túnel para interceptar criminosos que eram perseguidos por policiais do 23º BPM (Leblon). Os criminosos estavam em um táxi e transportavam armamento pesado. O taxista conseguiu fugir se jogando do carro em movimento.

Os criminosos conseguiram fugir do cerco feito pelo Bope, mas o arsenal que transportavam foi apreendido: cinco fuzis calibre 7.62, sete granadas e mais de dois mil cartuchos de calibres diversos, além de porções de maconha e cocaína.

g1.globo.com/rio-de-janeiro

Corpo do jovem sequestrado no Distrito de Cachoeirinha é encontrado em São José do Belmonte-PE.

Chegou à nossa redação, que nas primeiras horas da manhã deste sábado (23), foi encontrado já sem vida, o corpo do jovem JEFERSON DA SILVA SANTOS, “Jefe”, 21 anos, natural de SALGUEIRO-PE, lavador de carros, morador da Rua do Matadouro no Distrito de Cachoeirinha – Mirandiba-PE. “Jefe”, como era apelidado, foi sequestrado por volta das 23:30h da sexta-feira (22) do interior de sua residência, por três indivíduos que se identificaram como policiais. De acordo com testemunhas, os sequestradores, que ocupavam um veículo I/HYUNDAI ELANTRA GLS, ano 2012/2013, de cor branca e placas PGC 3976-PE, chegaram à residência da avó do “Jefe”, aonde se identificaram como policiais, utilizando coletes balísticos, toucas ninja e armas longas, perguntando pelo paradeiro do JEFERSON. A avó, inocentemente, foi levada pelos sequestradores, que acusavam o “Jefe” de haver se envolvido em uma briga e por isso, seria levado para a delegacia de Salgueiro-PE. Chegando à casa de JEFERSON, os desconhecidos invadiram o imóvel, encontrando a vítima, que foi algemada e colocada no bando traseiro do veículo. Relatos dão conta de que no momento do sequestro, o “Jefe” implorava por ajuda, dizendo que estaria sendo injustamente acusado, entretanto, os impiedosos saíram do local, levando a vítima, seguindo em direção contrária à Salgueiro, como teriam dito antes, e se direcionaram sentido à São José do Belmonte-PE, aonde o corpo foi encontrado já sem vida na manhã deste sábado (23). O corpo foi localizado na zona rural, com as mãos amarradas para trás e apresentando várias lesões, supostamente causadas por disparos de armas de fogo, caracterizando o ato de execução.    

Por: Clodualdo Sousa – Giro Sertão

A inglória guerra da polícia brasileira

Com a polícia demonizada, o bandido tolerado e as prisões repudiadas, não é difícil entender como natural a fragilização da sociedade e o fortalecimento dos criminosos.

Iniciada em 2001, como resposta aos ataques terroristas ao World Trade Center, a missão militar dos Estados Unidos no Afeganistão é uma das incursões em solo estrangeiro mais criticadas naquele país, sendo frequentemente rotulada de mal planejada e, com isso, resultar num elevado número de baixas. Ao longo de seus 17 anos, cerca de 2,4 mil homens das forças norte-americanas foram mortos em combate ou como consequência deste. Na média, 141 baixas por ano, ou 11 por mês. Se são números impactantes para uma operação militar de ocupação territorial em outro país, a ponto de justificar críticas à operação, o que dizer quando indicadores mais graves são registrados onde não há guerra declarada?

Por mais absurdo que pareça, é exatamente isso que se registra no Rio de Janeiro. Nos oito primeiros meses de 2017, como agora amplamente alardeia a mídia, 100 policiais foram mortos no estado, em serviço ou de folga. Foram 12,5 assassinatos de agentes das forças repressivas por mês – mais, portanto, do que soldados na guerra do Afeganistão.

De fato, o colapso da segurança pública fluminense não é recente, tampouco pode ser tomado como surpreendente. O Estado apostou em um modelo midiático de combate ao crime, que teve nas Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) seu maior ícone, insistindo-se em ações politicamente corretas de abordagem do fenômeno criminal sob o viés estritamente social. Ideias de prevenção ao crime no médio e longo prazos, sob o clássico pensamento de investimentos em educação, saúde e lazer, enquanto a população e a polícia eram cada vez mais dizimadas pela ação ousada de bandidos bem organizados e aparelhados.

Traçando um paralelo com a medicina, seria como um hospital receber na emergência um paciente enfartando, e o médico receitar-lhe exercício físico e alimentação saudável. Pode até não estar teoricamente errado, mas é completamente inadequado para o momento e absolutamente ineficaz para resolver o problema imediatamente apresentado.

Vamos continuar aceitando como “naturais” as operações em que apenas o policial é que morre?

O resultado, assim, não poderia ser outro. Se a construção da segurança pública se assenta em premissas erradas e destoadas da realidade, as consequências não podem ser positivas, e a alarmante recorrência de assassinatos de policiais é uma das mais cruéis faces desse processo.

O nascedouro da catástrofe policial no Rio de Janeiro remonta a mais de três décadas, contando com boa parcela de cumplicidade da própria sociedade, sobretudo as classes média e alta. Numa época de liberdades sendo expressadas e reafirmadas ao extremo, o consumo de drogas se tornou abertamente tolerado, fazendo com que a figura do traficante fosse necessária – afinal, sem ele não haveria entorpecentes para consumo. E, exatamente para “justificar” sua atuação, abraçou-se a narrativa de que aquele, o bandido, não era o vilão, mas uma mera vítima da sociedade, perseguido por uma polícia cruelmente repressora, para jogá-lo numa cadeia de onde sairia pior. Estava formada a receita: vitimização do bandido, demonização da polícia e contestação das prisões.

Com a polícia demonizada, o bandido tolerado e as prisões repudiadas, não é difícil entender como natural a fragilização da sociedade e o fortalecimento dos criminosos. Estes, organizados e articulados, aumentaram muito seu poder. A polícia, em sentido oposto, sendo vista como vilã, enfraqueceu. A situação saiu de qualquer possibilidade de controle, e hoje os criminosos não apenas enfrentam como verdadeiramente caçam os policiais. E isso não só no Rio.

É uma guerra assimétrica, que só os bandidos assumem, reservando à polícia um enfrentamento desigual, não somente em aparato bélico, mas também em concepção social. Foi necessário que mais de uma centena de policiais viesse a óbito em um único estado para a questão tomar a grande mídia e causar um pouco de indignação, mas basta um único enfrentamento em que é o bandido quem morre para logo se lançar suspeitas sobre a atuação da polícia e cobrar rígida apuração de tudo, com direito a entrevista de representantes das organizações de defesa dos “direitos humanos” no horário nobre do noticiário.

Leia também:A segurança pública, o consenso e o descaso (artigo de Luerti Gallina, publicado em 24 de março de 2017)

Leia também:E quem vai defender a vida do bandido? (artigo de Bene Barbosa, publicado em 14 de novembro de 2015)

O exemplo mais recente se deu em São Paulo. Uma quadrilha fortemente armada, que acabara de assaltar mais uma residência, foi interceptada pela polícia e, em vez de se render, partiu para o confronto, deflagrando um intenso tiroteio. Como resultado, dez criminosos foram mortos, no que prontamente se deveria reconhecer como uma operação exitosa. Porém, o que logo ganhou as manchetes dos jornais foi a possibilidade de ter havido algum excesso policial, pois nenhum agente da lei morreu e os criminosos levaram muitos tiros. Até a Anistia Internacional se pronunciou sobre o caso, firmando a posição de que uma operação em que dez assaltantes morrem não pode ser considerada um sucesso, tampouco natural.

Há de se indagar, então, o que seria “natural”. Será que nosso histórico recente e a situação de caos atual não deixam nenhum legado? Vamos continuar aceitando como “naturais” as operações em que apenas o policial é que morre? Não podemos.

O resgate da racionalidade é absolutamente imperativo. Os valores precisam ser recolocados em seu devido lugar. No confronto com a polícia, natural é o bandido sucumbir. Ponto. Se não o for, cria-se um dantesco enredo, em que ao policial só é dado morrer, pois, mesmo quando vence e elimina o criminoso, sai socialmente derrotado, recebendo a crítica como “prêmio”.

A luta diária da polícia brasileira, assim, é inglória. Morrem mais policiais aqui do que soldados na guerra do Afeganistão, mas, enquanto lá se nutre amplo respeito pelos combatentes, honrados como heróis, aqui, sob uma aura de eterna desconfiança, apenas se põe à espreita do momento em que aqueles vão errar. Este, porém, é o maior erro de todos.

Fabricio Rebelo é coordenador do Centro de Pesquisa em Direito e Segurança e autor de Articulando em Segurança: contrapontos ao desarmamento civil.
http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao

Seis jovens mortos em chacina na Grande Nata-RN

Matança aconteceu na noite desta sexta-feira (22) durante uma bebedeira na comunidade de Santa Maria, em Extremoz. Ninguém foi preso.

Foto foi tirada por uma das vítimas pouco antes de os assassinos chegarem (Foto: Divulgação/PM)
Foto foi tirada por uma das vítimas pouco antes de os assassinos chegarem (Foto: Divulgação/PM)

Seis jovens foram executados a tiros na noite desta sexta-feira (22) na frente de uma casa na comunidade de Santa Maria, em Extremoz, município da Grande Natal-RN. Eles faziam uma pequena confraternização e bebiam quando foram rendidos pelos assassinos. Um deles ainda foi socorrido, mas chegou morto ao hospital. Ninguém foi preso.

Segundo o delegado Luciano Chaves, que coordena uma das equipes da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime aconteceu por volta das 21h. Ao G1, ele contou que pelo menos 10 homens com armas de grosso calibre participaram da matança. No local, também foram encontradas capsulas de pistola.

Até o momento, cinco mortos foram identificados. São eles:

  • Eribelton Avelino da Silva, 23 anos;
  • Geovane da Silva, 20 anos;
  • Fernando Gomes Teixeira, 20 anos;
  • Artur Antônio Alves do Nascimento, 20 anos;
  • Vinícius Manuel Câmara Tomás, 16 anos.

O corpo da sexta vítima permanece no Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep), em Natal, a espera de identificação.

Antes de os criminosos acabarem com a festa, os jovens chegaram a fazer uma foto registrando a confraternização. A imagem estava no celular de um deles. “Os criminosos chegaram à residência em dois ou três carros e estavam vestidos de preto. Lá, ordenaram que os rapazes deitassem no chão e atiraram. O estrago foi grande“, acrescentou o delegado.

Ainda de acordo com Luciano, ainda não é possível afirmar o que motivou a chacina, mas a polícia investiga a possibilidade de os jovens estarem envolvidos com facções criminosas e consequentemente com o tráfico de drogas.

A PM foi chamada ao local pouco após os disparos e ainda fez buscas pela região, mas não encontrou nenhum suspeito.

g1.globo.com/rn

 

Mirandiba-PE: Sequestro no Distrito de Cachoeirinha

IMAGEM ILUSTRATIVA

Chegou à nossa redação, que por volta das 01h deste sábado (23), um jovem, que não teve sua identidade revelada, foi sequestrado no Distrito de Cachoeirinha – Mirandiba-PE. De acordo com as primeiras informações, a polícia recebeu a informação via telefone, de que 03 indivíduos não identificados, ocupantes de um veículo Hyundai Elantra de cor branca, invadiram a residência da vítima, se identificando como policiais e por motivos ainda desconhecidos, colocaram o vitimado no carro, saindo em seguida, tomando destino incerto. Policiais Militares do 8ºBPM foram acionados e permanecem em diligências, na tentativa de identificar os suspeitos e esclarecer o suposto sequestro. Até o fechamento desta matéria, nenhum resultado havia sido obtido durante as diligência policiais.

Por: Clodualdo Sousa – Giro Sertão

Ceará: Grupo responsável pelo roubo ao banco de Novo Oriente é preso com dinheiro e armas em Morada Nova

Os trabalhos desenvolvidos de forma integrada pelas Forças de Segurança do Ceará resultaram na captura do bando envolvido no roubo à agência bancária de Novo Oriente – Área Integrada de Segurança 16 (AIS 16) do Estado. As investigações realizadas por equipes da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), somadas às diligências efetuadas por militares do Comando Tático Rural (Cotar) do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque), da Polícia Militar do Estado do Ceará (PMCE), culminaram nas prisões de cinco suspeitos e apreensões de valores levados do banco.

Os levantamentos policiais sobre o crime contra a instituição financeira, ocorrido nessa quarta-feira (20), levaram a Polícia à localização de cinco homens envolvidos no delito. São eles: Francisco Georde Constantino de Oliveira (29), que responde por porte ilegal de arma de fogo, roubo, receptação e tráfico de drogas; Hideljackson Florencio Sales (19), que responde por tráfico de drogas; Edson Erisson Silva Freitas (19), que responde por crime contra a administração pública; Acelio Saraiva Filho (19) e Mateus Nobre Rabelo (20) – ambos sem antecedentes criminais. Eles foram interceptados por militares do Cotar, na noite de ontem (21), na cidade de Morada Nova.

leia mais: Quadrilha metralha delegacia, explode banco e rouba loja durante madrugada no interior do Ceará

O bando estava hospedado em um hotel, onde estava escondido. Após a localização do paradeiro deles, feita por investigadores da DRF, os militares realizaram vigilância no local, perceberam movimentações suspeitas e realizaram a abordagem. Os cinco homens foram encontrados em um quarto, onde também existiam um revólver, uma pistola, munições, quantidades de dinheiro e talões de cheque subtraídos do Banco, aparelhos eletrônicos e outros materiais. Parte das cédulas apresenta sinais de queimadura e trituração (resultado de uma ação com uso de explosivos).

Durante as diligências, na posse dos infratores, os agentes de segurança também apreenderam duas motocicletas e um carro Gol de cor prata e emplacamento OQR-4611. O dinheiro recuperado foi mais de R$ 14 mil. As investigações continuam visando a captura de outros envolvidos no esquema criminoso. Os cinco presos foram encaminhados à DRF, em Fortaleza, e autuados por roubo a banco, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo.

O Crime: O delito contra a agência foi cometido no último dia 20, nesta semana. Para ter acesso ao dinheiro do local, os criminosos utilizaram explosivos dentro da instituição. Os homens, de acordo com informações preliminares, seguiram para a agência bancária onde levaram o cofre principal. Em seguida, roubaram vários aparelhos eletrônicos de uma loja próxima ao banco. Duas pessoas foram feitas reféns pelo grupo, mas libertadas no interior da loja. Os trabalhos policiais foram iniciados logo após a ocorrência.

Fonte: SSPDS

 

Polícia prende 9 pessoas envolvidas em roubos a bancos na PB e RN

A Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor) deflagrou, nesta sexta-feira (22), a Operação “Marco Zero”, a qual resultou na prisão de nove pessoas integrantes de uma organização criminosa especializada em roubo a bancos, além da apreensão de armamento e drogas. O nome da operação faz alusão à cidade de Touros, onde ocorreram os primeiros roubos à instituições bancárias, realizados pela associação criminosa presa, tendo como objetivo o seu desarticulamento.

Segundo investigações, o grupo atuava de forma integrada e planejada, utilizando material explosivo, forte armamento, e veículos clonados, atuando nos estados do Rio Grande do Norte, Alagoas e Paraíba. Durante o cumprimento dos mandados de prisão, a polícia apreendeu na residência de Valdênio, uma pistola, crack, maconha, além de um veículo clonado, e na casa de Manuel Messias, um fuzil, dinheiro, celulares, e uma identidade falsa. Durante confronto com policiais, Manuel foi atingido e ferido, sendo encaminhado ao hospital.

Foram presos na Operação “Marco Zero”: Ana Célia Rocha dos Santos, 34 anos; André Marques de Albuquerque, vulgo “André Cabeça”, 36 anos; Arthur Kennedy Martins, 35 anos; John Breno Rosendro da Silva; Manuel Messias de Araújo, vulgo “Vaca”; Paulo Alan Neves Souza dos Santos, 22 anos; Suenio Mafra Bassani Vale, 33 anos; Waldenio de Lima, 35 anos; e Wanderval Targino da Silva, 45 anos.

No total, foram sete roubos ocorridos desde o mês de abril deste ano até este mês de setembro, sendo o primeiro roubo da organização ocorrido no dia 05 de abril, na cidade de João Câmara (RN); o segundo foi realizado no dia 04 de maio em Sítio Novo (RN); o terceiro roubo ocorreu no dia 01 de junho em São Miguel (RN); o quarto roubo foi cometido no dia 09 de junho na cidade de Goianinha (RN); uma tentativa de roubo teria sido cometida no dia 30 de junho em Canguaretama (RN); o quinto roubo foi praticado no dia 03 de julho no município de Novo Lino (AL); o sexto roubo foi realizado no dia 29 de julho no município de Belém (PB); e o sétimo e último roubo teria ocorrido no dia 19 de setembro no município de Campina Grande (PB).

Apreensões

No dia 29 de julho deste ano, policiais civis da Deicor apreenderam um vasto material, entre armas e material para explosão, em uma residência localizada em São José de Mipibu. O material pertencia à quadrilha para o cometimento de roubos à instituições bancárias. Durante a operação, também foram apreendidos, na residência de John Breno, diversos mapas com informações as quais indicavam as cidades que seriam alvos, a distância entre cada uma delas, e o reforço policial que cada uma continha.

A Operação “Marco Zero” iniciou no dia 03 de abril deste ano, após os roubos que ocorreram no município de Touros, revelando, durante as investigações, uma associação criminosa que atuava de forma organizada e planejada, atribuindo funções diferenciadas a cada integrante do grupo, tendo, entre eles, Manuel como líder, que utilizava de armas violentas nos roubos, e contra os policiais.

Investigações apontam que Suênio atuou como olheiro em Coronel Ezequiel, e era responsável por jogar os grampos para atrapalhar a perseguição da polícia, sendo investigado também pela Polícia Federal. Entre os nove integrantes, três eram responsáveis por providenciar, clonar e adulterar os veículos a serem utilizados durante os roubos, sendo eles Arthur, que fazia a ocultação e adulteração de carros, o John Breno, que roubava carros e também fazia planejamento dos roubos das cidades selecionadas, analisando a distância entre elas e o quantitativo de reforço policial de cada uma, além de ser “sócio” de Arthur, e Alan, que fazia a adulteração das placas dos veículos roubados. Através de André, o grupo criminoso conseguia as armas de fogo, que também eram consertadas por ele. Em um dos crimes, Valdênio teria realizado uma negociação de um veículo para o cometimento do roubo, sendo ele traficante na comunidade de Felipe Camarão, tendo como companheira, Ana Célia, também integrante da organização criminosa.

Investigação

Em coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira (22), na Academia de Polícia Civil (Acadepol), o delegado da Deicor, Marcuse Cabral, detalhou que a quadrilha foi monitorada durante todos os seis meses de investigações, as quais revelaram que haviam ramificações desse grupo em outros estados, entre esses a Paraíba e Alagoas, locais onde também ocorreram roubos.

A partir dos primeiros roubos à instituição bancária em Touros, onde a quadrilha teria subtraído R$ 700.000 reais do Banco do Brasil, mediante explosivos, iniciamos um processo de monitoramento desse grupo criminoso. Através desse trabalho, apreendemos, no dia 29 de julho deste ano, um vasto material de armamento e explosivos desse grupo. Essa organização era especializada em roubar bancos, e altamente planejada para tal fim, distribuindo atribuições diversas a seus integrantes com o fim de facilitar o cometimento dos crimes. O grupo todo era organizado entre líder, pessoas que faziam a ‘linha de frente’ para a explosão dos bancos, armeiros, olheiros, responsáveis por providenciar e adulterar carros roubados, planejadores da logística crimes, e rota de fugas, ou seja, havia uma divisão racional de trabalho e de tarefas, o que fazia da quadrilha uma verdadeira organização criminosa”, detalha o delegado da Deicor, Marcuse Cabral.

O delegado geral da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, Correia Júnior, destaca o intenso trabalho realizado pela Deicor no último trimestre, o qual resultou em uma diminuição considerável na ocorrência de roubos a instituições bancárias no estado. “Houve uma diminuição em relação a esse último trimestre, através das investigações feitas pela Deicor, que hoje, deflagrou essa operação tão importante para o nosso estado. Nós, da Polícia Civil, estávamos bastante preocupados com a ocorrência desse tipo de crime no estado, pois a população também é vitimizada ao ficar impossibilitada de realizar as suas transações bancárias. Esperamos que os responsáveis por esses crimes que foram presos nos últimos meses, sejam condenados e fiquem atrás das grades”, afirma o delegado geral da Polícia Civil, Correia Júnior.

Segundo o delegado da Deicor, Odilon Teodósio, as investigações prosseguirão a fim de identificar e prender os demais integrantes de quadrilhas que cometeram roubo à instituições bancárias. “Durante as nossas investigações, colhemos diversas provas que serão também emprestadas à Polícia Federal. Além dessa associação criminosa, existem outras células que participaram desse tipo de ocorrência que estão sendo investigadas, sendo geralmente interligadas. Existem outros mandados de prisão que vamos cumprir, isso é só uma questão de tempo para que a Deicor prenda todos os integrantes de roubo a bancos”, reafirma o delegado da Deicor, Odilon Teodósio.

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SESED-RN

Jovens são encontradas mortas em estrada no oeste da Bahia

Corpos foram achados na zona rural de Correntina, na manhã desta sexta-feira (22). Polícia investiga crime.

Jovens foram encontradas mortas em uma estrada de Correntina, no oeste da Bahia (Foto: Reprodução/ Facebook)
Jovens foram encontradas mortas em uma estrada de Correntina, no oeste da Bahia (Foto: Reprodução/ Facebook)

Duas jovens foram encontradas mortas perto da BR-349, na zona rural de Correntina, cidade no oeste da Bahia, na manhã desta sexta-feira (22). De acordo com a polícia, as vítimas eram amigas e tinham 17 e 19 anos. A mais nova completaria 18 anos neste sábado (23). A suspeita é de que elas teriam se envolvido com o tráfico de drogas.

Segundo a polícia, um morador da região passou pela estrada que dá acesso à comunidade Capão Modesto, viu os corpos, e acionou a polícia. As vítimas tinham marcas de tiros. Os corpos foram levados para o Instituto Médico Legal (IML) de Barreiras, cidade também na região oeste. Até agora ninguém foi preso.

 g1.globo.com/bahia
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Salgueiro-PE: 1º Trilhão de Amigos